Hoje foi um dia memorável para o sr. primeiro-ministro. Muito mais que o do "porreiro, pá!".
Tomou três atitudes absolutamente certas.
A primeira foi recuar naquela intenção idiota da divisão dos 9.8 € de aumento das reformas em 14 prestações. Fica sempre bem reconhecer os erros e emendá-los. Disse o sr. primeiro-ministro que se tratava de uma decisão do Conselho de Concertação Social. Como não me recordo de votar para a constituição de tal conselho, não me sinto minimamente representado por eles. Por mim, estão despedidos!
A segunda foi evitar-nos a chatice e a despesa de ir votar em mais um referendo.
Referendo para quê?
Qual a percentagem dos presumíveis votantes que sabe o que é o Tratado de Lisboa?
Da esmagadora maioria que não sabe, qual a percentagem dos que têm capacidade para perceber a linguagem hermética do tratado?
Claro que viriam logo os políticos dos dois lados (sim e não) tentar, em exercício de caciquismo, explicar o que se passa.
Qual a percentagem dos portugueses que ainda acredita nos políticos?
Teríamos assim que a grande maioria dos poucos que se dispusessem a ir votar não saberia muito bem o que estava a fazer.
Por outro lado, elegemos, e estamos a pagar, a mais de duas centenas de senhores políticos (os deputados) que têm obrigação de saber destas coisas (será que sabem?) e decidir em conformidade. Se é para sermos nós a decidir, escusam de lá estar...
A terceira atitude certa, foi, relativamente à nomeação para a administração de Caixa Geral de Depósitos, afirmar que o governo não faz nomeações por referência partidária, mas por mérito.
Não posso aplaudir mais.
Claro que, por coerência, o mesmo se estenderá às nomeações para dirigentes da Administração Pública, incluindo hospitais E.P.E.
Parabéns, sr. primeiro-ministro!
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Sacanice
Desta vez não vou falar do ministério da Estatística, desculpem, da Saúde. O sr. ministro fala tanto em estatísticas, que me fugiu a tecla para a verdade.
Desta vez, dentro do espírito didático deste blogue, quero explicar o significado da palavra "sacanice", que não sei se faz parte do vocabulário oficial.
Como para a compreensão de um conceito não há nada como um exemplo explicativo, cá vai.
O governo decidiu que, a partir do fim do ano passado, os aumentos dos pensionistas do regime geral passassem a ser efectuados em Janeiro, e não em Dezembro como era habitual. Até aqui, muito natural que se fizesse coincidir os novos valores com o início do ano. De resto, tenho a impressão que a anterior esolha de Dezembro teve algo a ver com demagogia, há uns anos atrás.
Como, no regime anterior, pagavam o mês de Dezembro e o subsídio de Natal já com o aumento, decidiram pagar os valores correspondentes, como era de justiça, já este ano. Certo, justo e digno de aplauso.
Hoje foi anunciado que o valor correspondente ao aumento do mês de Dezembro e subsídio de Natal iria ser pago em 14 prestações. Fiquei estupefacto, até porque se trataria de uns míseros 12 €, em média.
Veio um senhor à TV, com ar de inteligência sobredotada, explicar aos menos dotados que tinham tomada essa opção para que os pensionistas, recebendo esse substancial aumento em Janeiro, não estranhassem em Fevereiro a baixa de rendimento. Fiquei pasmado!
Depois, ainda disseram que, outra vantagem, era a de forçar poupanças por parte dos reformados. Fiquei revoltado!
Depois compreendi. Os reformados, recebendo aquele balúrdio, podiam perder a cabeça e comprar carros de alta gama, férias em paraisos tropicais e outras loucuras, caindo no temível sobreendividamento da classe média. Mesmo assim, com os 70 cêntimos que lhes vão dar mensalmente.... há por aí umas agências de viagens.....!
Perceberam em que consiste uma sacanice?
Já agora, a título de exercício, são capazes de descobrir que nome se deve chamar aos senhores que pensaram esta medida e não tiveram vergonha de a publicar?
Desta vez, dentro do espírito didático deste blogue, quero explicar o significado da palavra "sacanice", que não sei se faz parte do vocabulário oficial.
Como para a compreensão de um conceito não há nada como um exemplo explicativo, cá vai.
O governo decidiu que, a partir do fim do ano passado, os aumentos dos pensionistas do regime geral passassem a ser efectuados em Janeiro, e não em Dezembro como era habitual. Até aqui, muito natural que se fizesse coincidir os novos valores com o início do ano. De resto, tenho a impressão que a anterior esolha de Dezembro teve algo a ver com demagogia, há uns anos atrás.
Como, no regime anterior, pagavam o mês de Dezembro e o subsídio de Natal já com o aumento, decidiram pagar os valores correspondentes, como era de justiça, já este ano. Certo, justo e digno de aplauso.
Hoje foi anunciado que o valor correspondente ao aumento do mês de Dezembro e subsídio de Natal iria ser pago em 14 prestações. Fiquei estupefacto, até porque se trataria de uns míseros 12 €, em média.
Veio um senhor à TV, com ar de inteligência sobredotada, explicar aos menos dotados que tinham tomada essa opção para que os pensionistas, recebendo esse substancial aumento em Janeiro, não estranhassem em Fevereiro a baixa de rendimento. Fiquei pasmado!
Depois, ainda disseram que, outra vantagem, era a de forçar poupanças por parte dos reformados. Fiquei revoltado!
Depois compreendi. Os reformados, recebendo aquele balúrdio, podiam perder a cabeça e comprar carros de alta gama, férias em paraisos tropicais e outras loucuras, caindo no temível sobreendividamento da classe média. Mesmo assim, com os 70 cêntimos que lhes vão dar mensalmente.... há por aí umas agências de viagens.....!
Perceberam em que consiste uma sacanice?
Já agora, a título de exercício, são capazes de descobrir que nome se deve chamar aos senhores que pensaram esta medida e não tiveram vergonha de a publicar?
Hipócrates e hipócritas
O governo francês veio hoje afirmar que nada teve a ver com o cancelamento do rali Dakar, imputando toda a responsabilidade à organização.
Segundo a comunicação social, o governo francês desaconselhou vivamente as viagens dos franceses através da Mauritânia, o que provocou que a companhia fornecedora dos combustíveis (francesa) cancelasse os abastecimentos e as companhias de seguros cancelassem os seguros da prova. Perante isto, como os carros não andam sem combustível e é impensável uma realização daquela dimensão sem seguros, a organização teve de cancelar o rali.
Claro que o governo francês não teve nada a ver com o assunto!
Foi ontem publicado um decreto-lei que pune as escolas que não dêem prioridade de matrícula a alunos com necessidades especiais.
Na semana passada foi noticiada a rescisão apressada dos contratos a professores que acompanhavam essas crianças há anos.
Suponho que o ministério seja o mesmo...
Estou a assistir ao "Prós e Contras" sobre as urgências.
Tudo isto me leva a crer que, do mesmo modo que os médicos fazem o juramento de Hipócrates, os políticos devem fazer o juramento de hipócritas.
Segundo a comunicação social, o governo francês desaconselhou vivamente as viagens dos franceses através da Mauritânia, o que provocou que a companhia fornecedora dos combustíveis (francesa) cancelasse os abastecimentos e as companhias de seguros cancelassem os seguros da prova. Perante isto, como os carros não andam sem combustível e é impensável uma realização daquela dimensão sem seguros, a organização teve de cancelar o rali.
Claro que o governo francês não teve nada a ver com o assunto!
Foi ontem publicado um decreto-lei que pune as escolas que não dêem prioridade de matrícula a alunos com necessidades especiais.
Na semana passada foi noticiada a rescisão apressada dos contratos a professores que acompanhavam essas crianças há anos.
Suponho que o ministério seja o mesmo...
Estou a assistir ao "Prós e Contras" sobre as urgências.
Tudo isto me leva a crer que, do mesmo modo que os médicos fazem o juramento de Hipócrates, os políticos devem fazer o juramento de hipócritas.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
A fúria anti-tabágica
Antes de mais, e em jeito de declaração de interesses, devo dizer que deixei de fumar há 8 meses, mas recuso os fundamentalismos dos "convertidos" ao não tabagismo.
Na discussão que se gerou acerca da nova lei anti-tabágica, parece-me que há grossas asneiras de parte a parte, especialmente no que se refere à discussão entre os proprietários de estabelecimentos de restauração e o governo.
Os estabelecimentos tiveram 1 ano para se adaptarem e estudarem a melhor saída para a situação. Em muitos países vi soluções há mais de 10 anos. Desde restaurantes com salas para fumadores e não fumadores, até hotéis com andares diferentes para cada situação. Não há portanto nada a inventar, bastando estudar um pouco e adaptar as soluções que outros já encontraram. Assim, não há razões para estarem com dúvidas a uma semana da entrada em vigor da lei.
Por parte do governo, a falta de explicações e arrogância do costume. Ainda hoje vi um comunicado da Direcção-Geral da Saúde, em que se afirmava que, não havendo uma solução eficaz para a extracção total de fumos das salas de fumadores, nem características de equipamentos de extracção aprovadas, se recorria a uma complicada medição da qualidade do ar. Também houve muito tempo para definirem os sistemas de extracção de fumos.
Infelizmente já estamos habituados ao atabalhoamento legislativo. Ainda hoje foram também noticiadas as dúvidas quanto às cadeirinhas para crianças em transportes (a exclusão das viaturas das autarquias e transportes colectivos tem um piadão. Estes não podem ter acidentes? E a segurança das crianças?) e quanto aos exames necessários para a renovação da carta de condução a partir de 1 de Janeiro (faltam 4 dias!).
Com a praxis a que nos habituaram, não me admira que, 30 minutos depois da passagem de ano, apareçam os embuçados da ASAE a apontarem a shotgun à cabeça do pacato cidadão que está a festejar e a fumar o charutito da ordem.
Já que se trata de fundamentalismo defensivo da saúde pública, por que não as autoridades da saúde darem uma inspecção às salas de espera das consultas e urgências dos centros de saúde e hospitais, sem o mínimo de ventilação e onde uma pessoa pode entrar com uma simples dor nas costas e sair com várias e graves doenças de transmissão aérea? Se quiserem mesmo saber de alguns, leiam os relatórios de conforto dos hospitais S.A. referentes a 2004. Estão no site dos hospitais E.P.E.. http://www.hospitaisepe.min-saude.pt/Comunicacao_Actualidade/Biblioteca_Online/com_servico_utente/Programa_Conforto_Hospitais.htm
É que assim já não os podiam acusar de hipocrisia!
Na discussão que se gerou acerca da nova lei anti-tabágica, parece-me que há grossas asneiras de parte a parte, especialmente no que se refere à discussão entre os proprietários de estabelecimentos de restauração e o governo.
Os estabelecimentos tiveram 1 ano para se adaptarem e estudarem a melhor saída para a situação. Em muitos países vi soluções há mais de 10 anos. Desde restaurantes com salas para fumadores e não fumadores, até hotéis com andares diferentes para cada situação. Não há portanto nada a inventar, bastando estudar um pouco e adaptar as soluções que outros já encontraram. Assim, não há razões para estarem com dúvidas a uma semana da entrada em vigor da lei.
Por parte do governo, a falta de explicações e arrogância do costume. Ainda hoje vi um comunicado da Direcção-Geral da Saúde, em que se afirmava que, não havendo uma solução eficaz para a extracção total de fumos das salas de fumadores, nem características de equipamentos de extracção aprovadas, se recorria a uma complicada medição da qualidade do ar. Também houve muito tempo para definirem os sistemas de extracção de fumos.
Infelizmente já estamos habituados ao atabalhoamento legislativo. Ainda hoje foram também noticiadas as dúvidas quanto às cadeirinhas para crianças em transportes (a exclusão das viaturas das autarquias e transportes colectivos tem um piadão. Estes não podem ter acidentes? E a segurança das crianças?) e quanto aos exames necessários para a renovação da carta de condução a partir de 1 de Janeiro (faltam 4 dias!).
Com a praxis a que nos habituaram, não me admira que, 30 minutos depois da passagem de ano, apareçam os embuçados da ASAE a apontarem a shotgun à cabeça do pacato cidadão que está a festejar e a fumar o charutito da ordem.
Já que se trata de fundamentalismo defensivo da saúde pública, por que não as autoridades da saúde darem uma inspecção às salas de espera das consultas e urgências dos centros de saúde e hospitais, sem o mínimo de ventilação e onde uma pessoa pode entrar com uma simples dor nas costas e sair com várias e graves doenças de transmissão aérea? Se quiserem mesmo saber de alguns, leiam os relatórios de conforto dos hospitais S.A. referentes a 2004. Estão no site dos hospitais E.P.E.. http://www.hospitaisepe.min-saude.pt/Comunicacao_Actualidade/Biblioteca_Online/com_servico_utente/Programa_Conforto_Hospitais.htm
É que assim já não os podiam acusar de hipocrisia!
Natal e natal
Desde tempos imemoriais, muito anteriores a Cristo, que, no hemisfério norte, se comemora a festa do solstício de inverno, quando os dias começam e crescer e se inicia novo ciclo da natureza.
Por exemplo, os chineses fazem a comemoração a 22 de Dezembro, com uma festa de unidade da família, muito semelhante ao Natal europeu.
A Igreja Católica, aproveitando a festa, estabeleceu que ela comemoraria o nascimento de Cristo, a 25 de Dezembro. Parece que a data é insustentável em termos históricos, mas não é por aí que vem mal ao mundo. A 2.000 anos de distância ninguém se preocupa com precisões de datas, importando, isso sim, o seu significado.
E o significado, concorde-se ou não, é a doutrina de unidade e irmandade de todos os seres, tão bem defendida por S. Francisco, baseada na humildade e na integração num todo universal.
Com base nessa doutrina, o Natal seria somente a festa simbólica da confirmação de uma vivência de irmandade e solidariedade permanentes.
Ao contrário de toda essa doutrina, desenvolveu-se o natal, época de consumismo obrigatório e desenfreado, que começa cada vez mais cedo. Este ano, já se viam apelos ao consumo natalício em Novembro.
A festa, de simbólica de uma situação habitual, passou a ser a quase única ocasião de solidariedade, muita dela exibicionista e propagandística de preocupação anual com os "pobrezinhos".
Por isso, sou cada vez mais defensor do Natal no sentido franciscano, e menos do natal do velho da Coca-Cola.
Por exemplo, os chineses fazem a comemoração a 22 de Dezembro, com uma festa de unidade da família, muito semelhante ao Natal europeu.
A Igreja Católica, aproveitando a festa, estabeleceu que ela comemoraria o nascimento de Cristo, a 25 de Dezembro. Parece que a data é insustentável em termos históricos, mas não é por aí que vem mal ao mundo. A 2.000 anos de distância ninguém se preocupa com precisões de datas, importando, isso sim, o seu significado.
E o significado, concorde-se ou não, é a doutrina de unidade e irmandade de todos os seres, tão bem defendida por S. Francisco, baseada na humildade e na integração num todo universal.
Com base nessa doutrina, o Natal seria somente a festa simbólica da confirmação de uma vivência de irmandade e solidariedade permanentes.
Ao contrário de toda essa doutrina, desenvolveu-se o natal, época de consumismo obrigatório e desenfreado, que começa cada vez mais cedo. Este ano, já se viam apelos ao consumo natalício em Novembro.
A festa, de simbólica de uma situação habitual, passou a ser a quase única ocasião de solidariedade, muita dela exibicionista e propagandística de preocupação anual com os "pobrezinhos".
Por isso, sou cada vez mais defensor do Natal no sentido franciscano, e menos do natal do velho da Coca-Cola.
sábado, 22 de dezembro de 2007
O insucesso da matemática
O governo decidiu que os funcionários públicos (espero que não atinja os reformados) passem a descontar mais 1% sobre o seu vencimento para terem direito ao subsídio de desemprego, ficando assim em igualdade com os restantes trabalhadores.
Ora, fazendo contas muito simples, temos que os funcionários passam a descontar:
- 10% para a Caixa Geral de Aposentações (reforma)
- 1.5% para a ADSE (saúde)
- 1% para o Fundo de Desemprego
Tudo isto totaliza 12.5%.
Os trabalhadores privados descontam 11% para Taxa Social Única, englobando todos os benefícios acima indicados para os funcionários.
Se o governo diz que passa a haver igualdade, defenderá que 11% = 12.5%, donde se conclui que os defensores da ideia devem ter feito o curso naquelas universidades que a gente sabe....
Ora, fazendo contas muito simples, temos que os funcionários passam a descontar:
- 10% para a Caixa Geral de Aposentações (reforma)
- 1.5% para a ADSE (saúde)
- 1% para o Fundo de Desemprego
Tudo isto totaliza 12.5%.
Os trabalhadores privados descontam 11% para Taxa Social Única, englobando todos os benefícios acima indicados para os funcionários.
Se o governo diz que passa a haver igualdade, defenderá que 11% = 12.5%, donde se conclui que os defensores da ideia devem ter feito o curso naquelas universidades que a gente sabe....
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Implicações filosóficas da pocilga
A notícia http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1314473&idCanal=59 revolta qualquer alma medianamente bem formada, o que parece não acontecer com as instituições que deviam cuidar destas coisas.
Argumentam os responsáveis da Direcção-Geral de Veterinária e veterinária municipal que "a ilegalidade da suinicultura era conhecida desde 2000. Cabe à DGV legalizar as explorações. Mas este caso, não tendo nunca sido legalizado, “não tinha de fechar”, disse Lopes Jorge" e que "Nunca foi mandada fechar porque, oficialmente, nunca abriu.”
Como é que mentes tão brilhantes andam a caçar porcos e não estão em estudos científicos do mais alto nível!? Demonstram uma inteligência quase tão alta como a do sr. Bush!
A sr.ª veterinária ainda informa que aquela exploração vendia animais para consumo. Com que legalidade? A omnipresente ASAE não sabia? Isso não é crime contra a saúde pública?
Além disso, parece um insulto ao Exército. Então manda-se uma unidade altamente especializada para intervir numa instalação que não existe?
E alguém se preocupa com o bem-estar dos animais da outra unidade abandonada pelo mesmo dono? Estão à espera que aconteça o mesmo?
Agora só falta que o dono processe toda aquela gente por invasão de propriedade e seja devidamente indemnizado!
É ridículo, mas parece estar conforme com o "direito"!
Argumentam os responsáveis da Direcção-Geral de Veterinária e veterinária municipal que "a ilegalidade da suinicultura era conhecida desde 2000. Cabe à DGV legalizar as explorações. Mas este caso, não tendo nunca sido legalizado, “não tinha de fechar”, disse Lopes Jorge" e que "Nunca foi mandada fechar porque, oficialmente, nunca abriu.”
Como é que mentes tão brilhantes andam a caçar porcos e não estão em estudos científicos do mais alto nível!? Demonstram uma inteligência quase tão alta como a do sr. Bush!
A sr.ª veterinária ainda informa que aquela exploração vendia animais para consumo. Com que legalidade? A omnipresente ASAE não sabia? Isso não é crime contra a saúde pública?
Além disso, parece um insulto ao Exército. Então manda-se uma unidade altamente especializada para intervir numa instalação que não existe?
E alguém se preocupa com o bem-estar dos animais da outra unidade abandonada pelo mesmo dono? Estão à espera que aconteça o mesmo?
Agora só falta que o dono processe toda aquela gente por invasão de propriedade e seja devidamente indemnizado!
É ridículo, mas parece estar conforme com o "direito"!
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