Faz hoje 54 anos, tinha eu 10 anos, que fui preso pelo hediondo crime de prática desportiva na via pública sem a respectiva licença.
Foi na Rua da Igreja de Paranhos a chegar ao Largo do Campolindo. Estávamos 4 putos a jogar a laranjinha, quando apareceram 3 polícias (nesse tempo ainda havia muitos a pé...) que nos prenderam.
Para os menos versados nestas coisas do desporto passo a informar que a laranjinha se jogava com um bocado de casca de laranja, que se lançava com a mão. Portas de garagem, uma de cada lado da rua, eram as balizas. O resto já devem saber: muda aos 6, acaba aos 12. Era uma espécie de handebol do desenrasca!
Fomos levados para a esquadra, ali próxima, e valeu-me ter aparecido o bom do sr. José Paulo, pai do meu amigo Zeto, e pagar a multa de 16$50 (naquele tempo dava para um bom almoço...), para eu me ver livre daquilo.
Nunca mais me esqueceu o 18 de Fevereiro! Nunca mais acreditei em polícias de bom senso nem na inteligência das leis...
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Licenciaturas de segunda?
Os enfermeiros estão em greve e quero daqui exprimir-lhes o meu apoio e dar uma ajudinha solidária, pois também eu fui considerado "licenciado de segunda" pelo Ministério da Saúde.
Há cerca de 10 anos que o curso de enfermagem é uma licenciatura, com todas as exigências de acesso e estudo de qualquer outra licenciatura (daquelas "a sério"!).
Acontece que, profissionalmente e em termos de remuneração na carreira, o Estado se recusa a considerá-los técnicos superiores (licenciados), considerando-os como técnicos (bacharéis).
Comigo passou-se o mesmo, pois tendo entrado como bacharel e tendo-me licenciado, ao fim do 23 anos ainda não me tinham considerado técnico superior.
Houve em 1999 uma legislação para reclassificação dos funcionários que tivessem habilitações superiores às correspondentes à categoria em que estavam, mas estava com uma redacção tal, que só os "amigos" passaram.
Actualmente, com o fim dos bacharelatos, os bacharéis das carreiras gerais da Função Pública passaram a técnicos superiores, o que não aconteceu com os enfermeiros licenciados.
Têm portanto estes profissionais toda a razão no seu protesto,
Será que a razão é a dúvida de um escriba de um jornal da Figueira da Foz, que há 10 anos protestava contra a licenciatura dos enfermeiros com esta inteligente justificação: "então depois a quem é que eu chamo doutor?"?
Há cerca de 10 anos que o curso de enfermagem é uma licenciatura, com todas as exigências de acesso e estudo de qualquer outra licenciatura (daquelas "a sério"!).
Acontece que, profissionalmente e em termos de remuneração na carreira, o Estado se recusa a considerá-los técnicos superiores (licenciados), considerando-os como técnicos (bacharéis).
Comigo passou-se o mesmo, pois tendo entrado como bacharel e tendo-me licenciado, ao fim do 23 anos ainda não me tinham considerado técnico superior.
Houve em 1999 uma legislação para reclassificação dos funcionários que tivessem habilitações superiores às correspondentes à categoria em que estavam, mas estava com uma redacção tal, que só os "amigos" passaram.
Actualmente, com o fim dos bacharelatos, os bacharéis das carreiras gerais da Função Pública passaram a técnicos superiores, o que não aconteceu com os enfermeiros licenciados.
Têm portanto estes profissionais toda a razão no seu protesto,
Será que a razão é a dúvida de um escriba de um jornal da Figueira da Foz, que há 10 anos protestava contra a licenciatura dos enfermeiros com esta inteligente justificação: "então depois a quem é que eu chamo doutor?"?
sábado, 23 de janeiro de 2010
Da qualidade das leis à discussão da avaliação
O Expresso de hoje noticia que leis mal feitas custam 7,5 mil milhões de euros ao país, cerca de metade do défice do sector Estado, havendo a opinião de um especialista de que esta avaliação está feita por baixo.
Claro que falta contabilizar os custos de funcionamento da Assembleia da República, cuja função é exactamente legislar.
A ser verdade o noticiado, parece demonstrar-se incompetência total de quem legisla e de quem promulga as leis.
Nesta conformidade, e no contexto das discussões sobre avaliações de funcionários públicos, surge-me a dúvida: afinal quem é que tem legitimidade moral para avaliar quem?
Mais se informa que as leis não são feitas pelos deputados (não foram eleitos para isso?), mas encomendadas, e principescamente pagas, a escritórios de advogados.
De tudo isto, e sempre no sentido de ajudar, surge-me uma ideia, que talvez concorresse para a diminuição do tal défice.
A Assembleia da República passaria a funcionar num T2, com um staff constituído pelo Presidente (fica sempre bem um presidente!) e uma equipa administrativa que soubesse fazer escorreitamente concursos para elaboração das leis. O palácio de S. Bento seria vendido ou arrendado para hotel de charme. Os deputados, incapazes de fazer aquilo para que foram eleitos, seriam dispensados e as votações seriam efectuadas por votação electrónica a partir das sedes dos partidos, cabendo a cada um o número de votos correspondente aos deputados eleitos (assim a modos que a assembleia-geral do Benfica).
Já viram o dinheirão que se poupava, obtendo-se os mesmos efeitos?
Por favor não culpem das asneiras os editores do Diário da República!
Claro que falta contabilizar os custos de funcionamento da Assembleia da República, cuja função é exactamente legislar.
A ser verdade o noticiado, parece demonstrar-se incompetência total de quem legisla e de quem promulga as leis.
Nesta conformidade, e no contexto das discussões sobre avaliações de funcionários públicos, surge-me a dúvida: afinal quem é que tem legitimidade moral para avaliar quem?
Mais se informa que as leis não são feitas pelos deputados (não foram eleitos para isso?), mas encomendadas, e principescamente pagas, a escritórios de advogados.
De tudo isto, e sempre no sentido de ajudar, surge-me uma ideia, que talvez concorresse para a diminuição do tal défice.
A Assembleia da República passaria a funcionar num T2, com um staff constituído pelo Presidente (fica sempre bem um presidente!) e uma equipa administrativa que soubesse fazer escorreitamente concursos para elaboração das leis. O palácio de S. Bento seria vendido ou arrendado para hotel de charme. Os deputados, incapazes de fazer aquilo para que foram eleitos, seriam dispensados e as votações seriam efectuadas por votação electrónica a partir das sedes dos partidos, cabendo a cada um o número de votos correspondente aos deputados eleitos (assim a modos que a assembleia-geral do Benfica).
Já viram o dinheirão que se poupava, obtendo-se os mesmos efeitos?
Por favor não culpem das asneiras os editores do Diário da República!
sábado, 26 de dezembro de 2009
Dia de Natal
Li no blogue "Outra Margem" e não resisto a transcrever, dada a actualidade e fino sentido da realidade:
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Dia de Natal
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Hoje é dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
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É dia de pensar nos outros - os coitadinhos - os que padecem,
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.
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Comove tanta fraternidade universal.
É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,
como se de anjos fosse,
numa toada doce,
de violas e banjos,
Entoa gravemente um hino ao Criador.
E mal se extinguem os clamores plangentes,
a voz do locutor
anuncia o melhor dos detergentes.
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De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu
e as vozes crescem num fervor patético.
(Vossa excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?
Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)
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Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.
Toda a gente se acotovela, se multiplica em gestos, esfuziante.
Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas
e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.
.
Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,
com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,
as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.
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Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,
ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.
É como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,
como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.
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A Oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.
Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.
E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento
e compra - louvado seja o Senhor! - o que nunca tinha pensado comprar.
.
Mas a maior felicidade é a da gente pequena.
Naquela véspera santa
a sua comoção é tanta, tanta, tanta,
que nem dorme serena.
.
Cada menino
abre um olhinho
na noite incerta
para ver se a aurora
já está desperta.
De manhãzinha,
salta da cama,
corre à cozinha
mesmo em pijama.
.
Ah!!!!!!!!!!
.
Na branca macieza
da matutina luz
aguarda-o a surpresa
do Menino Jesus.
.
Jesus
o doce Jesus,
o mesmo que nasceu na manjedoura,
veio pôr no sapatinho
do Pedrinho
uma metralhadora.
.
Que alegria
reinou naquela casa em todo o santo dia!
O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,
fuzilava tudo com devastadoras rajadas
e obrigava as criadas
a caírem no chão como se fossem mortas:
Tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.
.
Já está!
E fazia-as erguer para de novo matá-las.
E até mesmo a mamã e o sisudo papá
fingiam
que caíam
crivados de balas.
.
Dia de Confraternização Universal,
Dia de Amor, de Paz, de Felicidade,
de sonhos e venturas.
É dia de Natal.
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Glória a Deus nas Alturas.
António Gedeão
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
O Presépio de Ílhavo
Nesta época é já tradição que as terras onde o Natal ainda tem uma conotação religiosa exibam no seu centro cívico um presépio, enquanto aquelas onde a conotação festiva já é mais comercial e consumista se preocupam em apresentar a árvore de Natal, o mais sumptuosa possível.
No centro de Ílhavo fui agradavelmente surpreendido com uma representação muito particular do Presépio. É de forma estilizada e totalmente construído com sucata.
Talvez seja o mais próximo da ideia franciscana original.
Ninguém conhecendo as verdadeiras feições de Maria, de José e do Menino, talvez a forma estilizada seja a que menos enviesa a mensagem.
Por outro lado, nada melhor para representar o nascimento de um Jesus que quis ser humilde entre os humildes que a sucata, ao contrário de outras representações sumptuosas e mais indicadas para o nascimento de qualquer imperador.
Estão de parabéns quem teve a ideia e quem a pôs em prática.
FELIZ NATAL para todos.
No centro de Ílhavo fui agradavelmente surpreendido com uma representação muito particular do Presépio. É de forma estilizada e totalmente construído com sucata.
Talvez seja o mais próximo da ideia franciscana original.
Ninguém conhecendo as verdadeiras feições de Maria, de José e do Menino, talvez a forma estilizada seja a que menos enviesa a mensagem.
Por outro lado, nada melhor para representar o nascimento de um Jesus que quis ser humilde entre os humildes que a sucata, ao contrário de outras representações sumptuosas e mais indicadas para o nascimento de qualquer imperador.
Estão de parabéns quem teve a ideia e quem a pôs em prática.
FELIZ NATAL para todos.
sábado, 21 de novembro de 2009
Os jovens do 1.º - A
No ano de 1956 entraram para o 1.º ano, turma A, do Liceu Alexandre Herculano, no Porto, 39 miúdos de 10 anos, entre os quais me incluo.
Seguiram os seus estudos e as mais diversas opções profissionais e nos mais diversos lugares do mundo. Passados muitos anos, um encontra outro, procuram-se antigos colegas e reúne-se toda a gente encontrável num almoço. Os almoços vão-se repetindo com frequências tendencialmente anuais e hoje foi o mais recente.
Recordam-se peripécias, professores, colegas e até já houve uma pequena recriação dos jogos da "laranjinha". Só faltou a corrida de "Dinky Toys" na visita ao velho liceu no ano do centenário! Essencialmente são momentos de boa disposição em que parece que todos recuámos 53 anos e voltámos à juventude.
Infelizmente, há 9 que não mais voltarão. Não morreram porque só morre quem é esquecido...
Um grande abraço para os que voltam e também para os outros.
Seguiram os seus estudos e as mais diversas opções profissionais e nos mais diversos lugares do mundo. Passados muitos anos, um encontra outro, procuram-se antigos colegas e reúne-se toda a gente encontrável num almoço. Os almoços vão-se repetindo com frequências tendencialmente anuais e hoje foi o mais recente.
Recordam-se peripécias, professores, colegas e até já houve uma pequena recriação dos jogos da "laranjinha". Só faltou a corrida de "Dinky Toys" na visita ao velho liceu no ano do centenário! Essencialmente são momentos de boa disposição em que parece que todos recuámos 53 anos e voltámos à juventude.
Infelizmente, há 9 que não mais voltarão. Não morreram porque só morre quem é esquecido...
Um grande abraço para os que voltam e também para os outros.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
O triste exemplo da France Telecom
Nos últimos dias fomos surpreendidos com a notícia de 24 suicídios de trabalhadores da France Telecom em somente 18 meses. Também ouvimos testemunhos de trabalhadores a descreverem as incríveis medidas de "restruturação" da empresa, incluindo da boca do próprio gestor (?) de recursos humanos. Os trabalhadores mudam periodicamente de funções e de local de trabalho (dezenas ou centenas de quilómetros de distância), com aviso na véspera. Quem não aceitar é despedido!
O tal gestor (?) classifica os trabalhadores de malandragem que o que quer é boa vida.
Tenho a impressão de que já ouvi esta ladainha em qualquer lado...!
Como houve bronca na comunicação social, o tal senhor foi afastado das funções de gestor dos recursos humanos, mas não foi afastado do conselho de administração, o que demonstra que só cumpria a política da empresa.
Também por cá há casos semelhantes de insuportavel pressão sobre os trabalhadores que, se não se suicidam, morrem de enfartes e exaustão nas próprias instalações das empresas, esquecem compromissos familiares, andam horas à procura do carro estacionado... Infelizmente não são tão poucos casos como possa parecer!
Ora há quem chame a isto boa gestão em resposta às exigências de competitividade, necessidades de relançamento da economia, bla, bla, etc., etc..., utilizando a instabilidade do emprego como forma de pressão sobre os trabalhadores. Os negreiros usavam o chicote, mas esses eram umas bestas...
Eu chamo-lhe grossa asneira e passo a demonstrar, em face do que aprendi há 40 anos no Instituto Industrial do Porto, antecessor do ISEP, e da minha experiência profissional.
Estudava-se nessa época a disciplina de Organização Industrial, tendo como livro-base a "Introdução ao Estudo do Trabalho", da OIT.
Ensinava essse livro que, para uma empresa funcionar bem e ter boa produtividade, os trabalhadores deviam exercer as suas funções nas melhores condições ambientais possíveis, boa iluminação, cores agradáveis, posto de trabalho o mais cómodo possível em termos ergonómicos, se possível música ambiente, etc.
Para minorar a pressão da vida familiar, nos tempos do governo do prof. Marcelo Caetano, as grandes empresas (do chamado grupo A) eram obrigadas a ter creche para os filhos dos trabalhadores, cantinas e outros serviços sociais (o Estado não tinha...). As grandes plantações de chá de Moçambique, chegavam a ter escola, capela e pequeno hospital.
Qualquer pessoa que alguma vez tenha trabalhado sabe que, se o trabalho é executado nessas condições, pode até tornar-se num prazer e, não havendo fadiga, aumenta-se facilmente a produtividade. Não me parece necessário um MBA para saber isto...
Parece-me que com as teorias agora tão em voga, dizem que derivadas da globalização (tem as costas largas!), estamos em franco retrocesso social, só faltando que os negreiros voltem a usar o chicote.
Há que reagir, pois a culpa tanto é de quem executa essas políticas como de quem deixa - todos nós!
O tal gestor (?) classifica os trabalhadores de malandragem que o que quer é boa vida.
Tenho a impressão de que já ouvi esta ladainha em qualquer lado...!
Como houve bronca na comunicação social, o tal senhor foi afastado das funções de gestor dos recursos humanos, mas não foi afastado do conselho de administração, o que demonstra que só cumpria a política da empresa.
Também por cá há casos semelhantes de insuportavel pressão sobre os trabalhadores que, se não se suicidam, morrem de enfartes e exaustão nas próprias instalações das empresas, esquecem compromissos familiares, andam horas à procura do carro estacionado... Infelizmente não são tão poucos casos como possa parecer!
Ora há quem chame a isto boa gestão em resposta às exigências de competitividade, necessidades de relançamento da economia, bla, bla, etc., etc..., utilizando a instabilidade do emprego como forma de pressão sobre os trabalhadores. Os negreiros usavam o chicote, mas esses eram umas bestas...
Eu chamo-lhe grossa asneira e passo a demonstrar, em face do que aprendi há 40 anos no Instituto Industrial do Porto, antecessor do ISEP, e da minha experiência profissional.
Estudava-se nessa época a disciplina de Organização Industrial, tendo como livro-base a "Introdução ao Estudo do Trabalho", da OIT.
Ensinava essse livro que, para uma empresa funcionar bem e ter boa produtividade, os trabalhadores deviam exercer as suas funções nas melhores condições ambientais possíveis, boa iluminação, cores agradáveis, posto de trabalho o mais cómodo possível em termos ergonómicos, se possível música ambiente, etc.
Para minorar a pressão da vida familiar, nos tempos do governo do prof. Marcelo Caetano, as grandes empresas (do chamado grupo A) eram obrigadas a ter creche para os filhos dos trabalhadores, cantinas e outros serviços sociais (o Estado não tinha...). As grandes plantações de chá de Moçambique, chegavam a ter escola, capela e pequeno hospital.
Qualquer pessoa que alguma vez tenha trabalhado sabe que, se o trabalho é executado nessas condições, pode até tornar-se num prazer e, não havendo fadiga, aumenta-se facilmente a produtividade. Não me parece necessário um MBA para saber isto...
Parece-me que com as teorias agora tão em voga, dizem que derivadas da globalização (tem as costas largas!), estamos em franco retrocesso social, só faltando que os negreiros voltem a usar o chicote.
Há que reagir, pois a culpa tanto é de quem executa essas políticas como de quem deixa - todos nós!
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